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	<title>Blog do Psicólogo</title>
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	<description>Para ajudar aquele que se quer ajudar</description>
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		<title>O que é a Fobia?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 09:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[agorafobia]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[crise de pânico]]></category>
		<category><![CDATA[elemento fóbico]]></category>
		<category><![CDATA[Evitamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Na persecução da desmistificação de alguns termos e palavras vou, antes de mais, separar o trigo do joio. A palavra fobia está, inevitavelmente associada ao medo, mas enquanto que o medo é uma resposta emocional a uma situação real de perigo para a integridade física e/ou psicológica, já a fobia é o medo persistente, excessivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na persecução da desmistificação de alguns termos e palavras vou, antes de mais, separar o trigo do joio. A palavra fobia está, inevitavelmente associada ao medo, mas enquanto que o medo é uma resposta emocional a uma situação real de perigo para a integridade física e/ou psicológica, já a fobia é o medo persistente, excessivo e irreal de um objecto, pessoa, animal, actividade ou situação que, posteriormente é seguido de situações de evitamento. Por outras palavras; é normal ou aceitável o receio em dirigir algumas palavras à pessoa pela qual sente algo mais do que uma simples afinidade, mas já se torna problemático quando a evita a todo o custo ou nas ocasiões em que tem de falar com ela, começa a tremer, a ter palpitações, a transpirar, a sentir falta de ar, vertigens, náuseas, entre outros sintomas que reflectem uma resposta ao perigo do tipo “foge ou luta”.</p>
<p>A fobia, que está associada aos distúrbios da ansiedade, é uma crise de pânico desencadeada em situações específicas. Apesar de haver um elevado número de fobias é possível defini-las em três grupos:</p>
<p>•	Agorafobia – medo generalizado da possibilidade de se sentir mal e precisar de assistência e esta não lhe estar acessível. Este elevado receio leva a que a pessoa evite determinados espaços ou situações que a mesma interprete como impeditivas de um rápido socorro como sair de casa desacompanhado, estar no meio de multidões, transportes públicos, atravessar pontes, entre outras.</p>
<p>•	Fobia Social – que não deve ser de todo confundida com timidez, é um receio intenso e exagerado acerca da avaliação que os outros fazem do seu desempenho, nomeadamente que percebam os seus sinais de ansiedade. Este receio que tanto pode ser específico a uma situação (desenvolver alguma actividade em público) ou generalizada (participar em conversações, encontros românticos), com a intenção de diminuir a enorme ansiedade pode levar ao isolamento social.</p>
<p>•	Fobias Especificas – que, a bem dizer, são todas as outras. Desde o temor exagerado de aranhas, trovões e ratos a locais fechados como túneis ou congestionamentos, estas fobias estão sempre associadas à presença ou antecipação de elementos claramente identificados. Em casos mais graves basta a referência verbal ou visual para desencadear a reacção de pânico.  </p>
<p>Apesar de as fobias adquiridas na infância serem mais vulgares e de curta duração, a sua influência não deixa de causar um grande deficit na qualidade de vida para quem sofre delas. Quando estas surgem no início da idade adulta a sua resolução sem a intervenção de um especialista em saúde mental torna-se muito complicada.</p>
<p>A intervenção mais utilizada e a que surte melhores efeitos para resolver ou diminuir os efeitos das fobias é a dessensibilização sistemática, que passa por sujeitar, por etapas e em ambiente controlado, a pessoa ao elemento fóbico. </p>
<p>Para saber mais acerca deste tema não hesite em contactar-me.</p>
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		<title>O Papel do Psicólogo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 09:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélder</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Papel do Psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[elemento mediador]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[função do psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução]]></category>

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		<description><![CDATA[Frustrados com o progresso alcançado em ambiente clínico, não é invulgar aos meus clientes perguntarem-me: o que é que faz um Psicólogo? E não, não estou a dar um tiro no pé ao dizer que já me fizeram esta pergunta. Para dizer a verdade esta pergunta nunca me incomodou, até a considero bem vinda. Esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Frustrados com o progresso alcançado em ambiente clínico, não é invulgar aos meus clientes perguntarem-me: o que é que faz um Psicólogo? E não, não estou a dar um tiro no pé ao dizer que já me fizeram esta pergunta. Para dizer a verdade esta pergunta nunca me incomodou, até a considero bem vinda. Esta pergunta é uma fonte muito rica em informação, pois dá início a todo um conjunto de perguntas que vão reforçar as expectativas anunciadas na primeira sessão. Esta questão leva-me a acreditar que o cliente está disposto a dar mais de si, a trabalhar mais, para alcançar os objectivos que o trouxeram até mim.</p>
<p>Pesquisando na Internet a frase “o papel do psicólogo” não faltam alusões ao seu papel de avaliador e facilitador na mudança de comportamentos que estejam a interferir com o seu bem-estar e esta definição é inteiramente verdadeira. Não obstante quero adicionar um contributo mais pessoal ao papel do Psicólogo.</p>
<p>Todas as pessoas têm em si o conhecimento que lhes permite alcançar o equilíbrio psicológico que desejam e necessitam para terem uma vida mental com qualidade, mas, por razões inerentes à própria actividade psicológica, as pessoas sentem por vezes a dificuldade em compreenderem, organizarem e aplicarem esse seu saber. É ai que o psicólogo actua. Na posse de instrumentos e conhecimentos adequados o Psicólogo age como um elemento mediador entre o conhecimento que a pessoa tem e a sua saudável interpretação/aplicação, permitindo a sua transformação e a mudança da sua acção no meio envolvente.</p>
<p>Para levar a cabo a sua actividade, o Psicólogo, depois de criar uma relação de empatia com o cliente, onde foram bem esclarecidas as questões ligadas à confidencialidade, precisa que este fale de si, que conte a sua história, que exiba as suas reflexões e receios. Por outras palavras, o papel do psicólogo é de apoiá-lo e ajudá-lo durante o seu processo de reconstrução.</p>
<p>Se precisar de ajuda neste processo de reconstrução, não hesite em contactar-me.</p>
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		<title>Auto-estima???!!!</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 15:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baixa auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[auto-avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[crenças negativas]]></category>
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		<category><![CDATA[percepção]]></category>
		<category><![CDATA[rotulagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Para dar início a este tema vou referir a percepção que registei dos comentários do treinador de uma equipa de futebol. Segundo o próprio as razões que estavam associadas ao mau desempenho da equipa naquele jogo era falta de sorte, mas quando interpelado para justificar as razões do bom desempenho noutro jogo, o mesmo treinador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para dar início a este tema vou referir a percepção que registei dos comentários do treinador de uma equipa de futebol. Segundo o próprio as razões que estavam associadas ao mau desempenho da equipa naquele jogo era falta de sorte, mas quando interpelado para justificar as razões do bom desempenho noutro jogo, o mesmo treinador afirmou que se devia ao treino e à estratégia de jogo implementada. Este tipo de avaliação dos acontecimentos, pode ser problemática, principalmente se, inversamente ao exemplo apresentado, as razões de sucesso forem maioritariamente associadas a factores externos e incontroláveis como é o caso da sorte e o insucesso ser unicamente associado ao mau desempenho do próprio.</p>
<p>Estou a falar de auto-estima, cuja importância é determinante para o nosso bem-estar psicológico. Uma baixa auto-estima inibe a nossa relação com o mundo e limita o prazer e gratificação que poderíamos tirar das nossas experiências de vida. Por outras palavras e num tom mais pessoal: se eu associar os meus sucessos a frutos do acaso e os meus insucessos ao meu desempenho então que motivação é que eu tenho em interagir com o mundo? Se tudo o que pode acontecer de bom não depender de mim, então que alegria é que eu tenho quando os alcanço? Devia alegrar-me com a sorte que tive? Sim, devia, mas foi um fruto do acaso. Tanto me podia ter acontecido aqui como em outro lugar. Se eu tivesse contribuído de alguma forma para isto o mais certo era que tivesse corrido mal.</p>
<p>Uma baixa auto-estima leva a uma imagem negativa de nós próprios e, consequentemente tenderemos a ver um acontecimento trivial ou uma imperfeição como um defeito pessoal que não nos é possível ultrapassar. Muitas vezes, principalmente quando estamos tristes, estamos tão envolvidos e convictos destas crenças negativas que não nos apercebemos da sua inadequação, inutilidade e falta de razão.  </p>
<p>Se a sabedoria popular nos brinda com a afirmação em que “não é possível agradar a Gregos e a Troianos”, porque é que muitos de nós teimamos em consegui-lo? Ainda que a sociedade nos instigue a nos avaliarmos aos olhos dos outros, o certo é que não teremos o mesmo valor para todos. Assim sendo, tendo em consideração a intenção da opinião dos outros a avaliação mais realista deve partir de nós e aqui entram em jogo outros conceitos, nomeadamente o da rotulagem. </p>
<p>Nos não somos um objecto para nos rotularmos e nem o devemos fazer, pois para alem de ser desprovido de sentido este acto implica uma generalização exagerada a um processo contínuo de mudança, com mudanças psicológicas constantes. Os nossos pensamentos determinam as nossas emoções que, por sua vez, regem os nossos comportamentos. Se os seus pensamentos limitam a sua qualidade de vida, esforce-se por os alterar. Se precisar de ajuda neste processo contactem-me.</p>
<p>Fiquem bem</p>
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		<title>Reacção de Pânico versos Perturbação de Pânico</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 13:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perturbação de Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos objectivos deste meu blog tem sido o de desmistificar ideias que envolvem determinados comportamentos em que uns, tendo em conta as circunstâncias em que ocorrem devem ser rotulados como normais, e outros que estão, inevitavelmente associados a patologias psicológicas. A perturbação de pânico enquadra-se perfeitamente neste quadro.
Quando alguém sente dificuldade respiratória, sensação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos objectivos deste meu blog tem sido o de desmistificar ideias que envolvem determinados comportamentos em que uns, tendo em conta as circunstâncias em que ocorrem devem ser rotulados como normais, e outros que estão, inevitavelmente associados a patologias psicológicas. A perturbação de pânico enquadra-se perfeitamente neste quadro.</p>
<p>Quando alguém sente dificuldade respiratória, sensação de morte, vertigens, aumento do ritmo cardíaco, sudação, falta de ar e dor no peito, entre outros, face a uma situação que é percebida como causadora de morte e ela existe efectivamente, esta é uma reacção normal e é denominada de reacção de pânico. Já quando a situação acontece sem motivo aparente, espontaneamente, com regularidade e a pessoa desenvolve um receio efectivo à ocorrência de novas situações ao ponto de lhe alterar o comportamento, considera-se que é uma patologia e adquire o nome de perturbação de pânico. </p>
<p>A sensação de impotência que advém da crença da falta de controlo que a pessoa tem do seu próprio corpo e pensamentos que o podem levar a comportar-se de forma embaraçosa (como gritar, tremer ou fugir em situações públicas), leva a que muitas pessoas sofram de ansiedade antecipatória que pode evoluir para depressão e desenvolvam crenças e comportamentos fóbicos aos lugares onde ocorreram os ataques de pânico. Tendo em conta a sintomatologia, é igualmente comum o desenvolvimento de quadros hipocondríacos.</p>
<p>Não há nenhuma característica que possa definir os locais ou situações que predispõem a pessoa a um ataque de pânico, ao ponto de os mesmo poderem ocorrer no conforto do próprio lar. Num entanto, situações causadoras de um elevado nível de stress como é a morte de uma pessoa amiga, separação, situação de desemprego, entre outras, ainda que não sendo só por si as causadoras da doença, vão, inevitavelmente facilitar o seu desenvolvimento. </p>
<p> Se quem está a ler este blog tem algum dos sintomas acima indicados por um período de tempo significativo, ou conhece alguém que os tem, podem e devem alegrar-se com os grandes avanços que já se conseguiram fazer nesta área. A intervenção ideal inclui um acompanhamento farmacológico e terapia cognitivo-comportamental. </p>
<p>A intervenção psicológica passa pela consciencialização do próprio para o seu problema e o modo de actuação quando começa a sentir os primeiros sintomas. O treino que é levado a cabo acerca do modo de actuação, leva a que a pessoa adquira uma maior sensação de controlo sobre o acontecimento, procurando-se assim, evitar o pânico.      </p>
<p>Se quiserem comentar o artigo ou apresentarem alguma questão, não se inibam de me enviarem um e-mail através do meu blog.</p>
<p>Fiquem bem</p>
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		<title>O que é a Perturbação Pós Stress Traumático?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perturbação Stress Pós Traumático]]></category>
		<category><![CDATA[Activação]]></category>
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		<category><![CDATA[Stress Pós Traumático]]></category>
		<category><![CDATA[Trauma]]></category>

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		<description><![CDATA[Para responder a esta pergunta é necessário que primeiro façamos uma avaliação das palavras que constituem a denominação da perturbação.
Começamos por Stress que, como já foi referido noutro poste, não é mais que um esforço do sujeito, voluntário ou não, de adaptação a uma alteração do meio. No Trauma emocional, assim como no stress, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para responder a esta pergunta é necessário que primeiro façamos uma avaliação das palavras que constituem a denominação da perturbação.<br />
Começamos por Stress que, como já foi referido noutro poste, não é mais que um esforço do sujeito, voluntário ou não, de adaptação a uma alteração do meio. No Trauma emocional, assim como no stress, não é a situação em si que o determina, mas a forma como a pessoa avalia a situação. A situação é percebida como extremamente stressante em que o esforço e os recursos ao alcance do próprio são insuficientes para a enfrentar e contem três elementos comuns: é inesperado, a pessoa não estava preparada e não havia nada que a pessoa pode-se ter feito para o evitar. Ainda que podendo estar associado a situações extremas o trauma emocional pode resultar de acontecimentos tão comuns quanto um acidente rodoviário, o término de uma relação afectiva, a humilhação, uma experiência profundamente desapontante ou o ter adquirido uma doença crónica que pode condicionar a forma como vivia, entre outras.</p>
<p>Tendo em conta a definição das suas partes passo agora para a definição de Perturbação Stress Pós Traumático. Assim sendo a PSPT é uma reacção a um acontecimento anormal, cujas exigências superaram em muito a capacidade da pessoa em as ultrapassar. O acontecimento é percebido como muito ameaçador à sua segurança, auto-estima e bem-estar. Pode ainda estar associado a uma ameaça à sua integridade física ou de outros e que experienci um forte sentimento de medo, terror ou de impotência. Esta experiência conta como uma exposição a um stressor capaz de induzir o distúrbio de stress pós traumático. Por outras palavras a pessoa é sujeita a um acontecimento traumático, que resulta numa enorme quantidade de stress que, por sua vez não é resolvido e cujas consequências se arrastam no tempo ao ponto de condicionar a sua qualidade de vida. </p>
<p>Tendo em conta a nossa individualidade os sintomas podem variar muito, ainda que, de um modo geral, a resposta de adaptação ao acontecimento envolveu sentimentos de impotência ou horror e experienciam pelo menos um dos seguintes transtornos por um período mínimo de um mês.<br />
•	A reexperiência do trauma – em que o sujeito recorda com frequência, através de pensamentos ou pesadelos o acontecimento que lhe causou um extremo de angústia.<br />
•	O Evitamento – traduz-se por evitar sistematicamente tudo aquilo que lhe possa recordar o evento traumático. Este comportamento pode causar o evitamento de vários tipos, como; pensamentos, sentimentos ou conversas acerca do incidente e até actividades, lugares ou pessoas, que o mesmo possa associar ao acontecido.<br />
•	A Activação – o sujeito sente um aumento da excitação emocional, que se reflecte num estado de hiperactivação fisiológica (por dificuldades em adormecer e em manter o sono ou permanecer num estado dormência durante o período em que está acordado, o que também pode resultar numa acentuada perda de concentração. Irritabilidade ou acessos de cólera. Hipervigilância e resposta de alarme exagerada) que não se verificava antes do acontecimento e que depois deste se mantêm de forma persistente. </p>
<p>Actualmente as intervenções terapêuticas mais eficazes são a psicoterapia cognitiva e comportamental e a medicação com anti depressivos. A terapia de grupo é muitas vezes aconselhada para situações moderadas ou ligeiras, ainda que, recentemente, se tenha desenvolvido alguma controvérsia em redor da eficácia da terapia de grupo.<br />
Em alguns casos, numa desesperada tentativa de enfrentarem o traumatismo, as pessoas procuram refugio no álcool e nas drogas. Nestes casos é igualmente importante tratar a dependência e os problemas fisiológicos associados.</p>
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